O Japão reforça o mapa de coordenação financeira com os Estados Unidos
O chefe do Ministério das Finanças do Japão, Katsuyuki Katayama, declara o compromisso do país em manter um diálogo estreito com as autoridades americanas. Como indicado no relatório Jin10, Katayama destacou que o Japão responderá adequadamente a quaisquer mudanças, referindo-se ao documento conjunto emitido por ambos os países em setembro do ano anterior.
De acordo com o comunicado, o âmbito da cooperação inclui contactos regulares em vários níveis da administração, o que garantirá uma coordenação eficaz da política financeira. O ministro chamou a atenção para a importância estratégica de um diálogo contínuo com os parceiros de Washington, especialmente no contexto de desafios que exigem ações conjuntas na arena internacional.
Para o Japão, manter este mapa de cooperação é um elemento-chave para a estabilidade financeira na região. A coordenação da política fiscal entre Tóquio e Washington continua a ser uma prioridade, permitindo que ambas as partes se adaptem rapidamente às mudanças na situação económica e de mercado.
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O Japão reforça o mapa de coordenação financeira com os Estados Unidos
O chefe do Ministério das Finanças do Japão, Katsuyuki Katayama, declara o compromisso do país em manter um diálogo estreito com as autoridades americanas. Como indicado no relatório Jin10, Katayama destacou que o Japão responderá adequadamente a quaisquer mudanças, referindo-se ao documento conjunto emitido por ambos os países em setembro do ano anterior.
De acordo com o comunicado, o âmbito da cooperação inclui contactos regulares em vários níveis da administração, o que garantirá uma coordenação eficaz da política financeira. O ministro chamou a atenção para a importância estratégica de um diálogo contínuo com os parceiros de Washington, especialmente no contexto de desafios que exigem ações conjuntas na arena internacional.
Para o Japão, manter este mapa de cooperação é um elemento-chave para a estabilidade financeira na região. A coordenação da política fiscal entre Tóquio e Washington continua a ser uma prioridade, permitindo que ambas as partes se adaptem rapidamente às mudanças na situação económica e de mercado.