As stablecoins deixam de ser apenas contrapartes de negociação e estão a transformar silenciosamente todo o sistema financeiro.
O dado mais direto: USDC, USDT e outras stablecoins já penetraram em diversos cenários como remessas internacionais, empréstimos DeFi, liquidações B2B empresariais, entre outros. De acordo com várias instituições de pesquisa, prevê-se que em 2028 o valor total de mercado das stablecoins ultrapasse 2 biliões de dólares — o que é que isto significa?
Porque é que as stablecoins de repente se tornaram tão importantes?
As transferências bancárias tradicionais e sistemas como SWIFT têm três falhas fatais:
Lentas: transferências internacionais demoram 3-5 dias
Caras: taxas de serviço até 2-5%
Pouco transparentes: impossível rastrear o fluxo de fundos em tempo real
As stablecoins resolvem estes problemas de imediato — transferências ponto-a-ponto, taxas inferiores a 1%, liquidação concluída em menos de 10 minutos.
Quatro grandes cenários de aplicação das stablecoins estão a explodir
1. Pagamentos e remessas internacionais
Nos mercados emergentes (América Latina, África) as stablecoins já são um método de pagamento diário. Trabalhadores nas Filipinas, Brasil e outros países recebem salários internacionais em USDT, poupando nas margens dos intermediários.
2. Operações financeiras empresariais
Liquidações B2B, financiamento de cadeias de fornecimento, pagamentos salariais globais — cada vez mais empresas incorporam stablecoins como ferramentas de gestão de fluxos de caixa. Isto já não é apenas um projeto-piloto, mas sim ambiente de produção.
3. O sangue do ecossistema DeFi
80% da liquidez em protocolos de empréstimo/negociação como Aave e Uniswap baseia-se em stablecoins. Sem stablecoins, o DeFi simplesmente não funciona.
4. Finanças programáveis
Combinando contratos inteligentes, as stablecoins permitem automatizar pagamentos de rendas, cobranças de subscrições e outras transações recorrentes. Os sistemas tradicionais não conseguem fazer isto.
A regulação está a tornar-se clara
Isto é fundamental para as stablecoins atingirem adoção massiva. O “GENIUS Act” dos EUA exige explicitamente:
Stablecoins devem ser suportadas na proporção de um para um por ativos líquidos de alta qualidade
Auditorias e divulgações financeiras regulares
Mecanismos de controlo de risco
A UE está a implementar o regulamento “MiCA”, e Hong Kong, Macau e Singapura têm os seus próprios quadros. A regulação deixou de ser uma barreira e tornou-se um selo de confiança.
Inovação tecnológica está a acelerar
Interoperabilidade cross-chain: stablecoins circulam sem fricção entre diferentes blockchains
Tokenização de depósitos bancários: bancos tradicionais começam a emitir stablecoins reguladas
Transparência das reservas on-chain: divulgação em tempo real dos ativos de suporte
Estas inovações, aparentemente técnicas, estão a quebrar as fronteiras entre finanças tradicionais e criptofinanças.
Mas os riscos não podem ser ignorados
Regulação não unificada: algumas jurisdições continuam a ser zonas cinzentas
Riscos de cibersegurança: vulnerabilidades nos protocolos podem causar riscos sistémicos
Impacto no setor bancário: a desintermediação dos sistemas de pagamento pode enfraquecer o poder dos bancos
Lógica por detrás da previsão do tamanho de mercado
De onde vem este número de 2 biliões de dólares?
Gigantes de pagamentos como Visa e Mastercard já testaram funcionalidades de pagamento com stablecoins, estando o lançamento iminente
Departamentos financeiros empresariais estão a adotar em larga escala (gestão de caixa, alocação de fundos)
Mercados emergentes estão a substituir moedas locais por stablecoins (em certos casos)
Para comparação: o mercado global de pagamentos internacionais ronda os 1,5-2 biliões de dólares/ano, pelo que as stablecoins ocuparem uma parte desse mercado é plausível.
Questão-chave: as stablecoins irão substituir as moedas fiat?
Não. Mas tornar-se-ão infraestrutura padrão do sistema financeiro — tão indispensáveis como os códigos SWIFT das mensagens bancárias internacionais.
O verdadeiro fator de mudança é que as stablecoins tornam o sistema financeiro mais rápido, mais barato e mais transparente. Isto é benéfico tanto para instituições como para particulares.
Esta página pode conter conteúdo de terceiros, que é fornecido apenas para fins informativos (não para representações/garantias) e não deve ser considerada como um endosso de suas opiniões pela Gate nem como aconselhamento financeiro ou profissional. Consulte a Isenção de responsabilidade para obter detalhes.
As stablecoins have become financial infrastructure, why will the market exceed 2 trillion dollars by 2028?
As stablecoins deixam de ser apenas contrapartes de negociação e estão a transformar silenciosamente todo o sistema financeiro.
O dado mais direto: USDC, USDT e outras stablecoins já penetraram em diversos cenários como remessas internacionais, empréstimos DeFi, liquidações B2B empresariais, entre outros. De acordo com várias instituições de pesquisa, prevê-se que em 2028 o valor total de mercado das stablecoins ultrapasse 2 biliões de dólares — o que é que isto significa?
Porque é que as stablecoins de repente se tornaram tão importantes?
As transferências bancárias tradicionais e sistemas como SWIFT têm três falhas fatais:
As stablecoins resolvem estes problemas de imediato — transferências ponto-a-ponto, taxas inferiores a 1%, liquidação concluída em menos de 10 minutos.
Quatro grandes cenários de aplicação das stablecoins estão a explodir
1. Pagamentos e remessas internacionais
Nos mercados emergentes (América Latina, África) as stablecoins já são um método de pagamento diário. Trabalhadores nas Filipinas, Brasil e outros países recebem salários internacionais em USDT, poupando nas margens dos intermediários.
2. Operações financeiras empresariais
Liquidações B2B, financiamento de cadeias de fornecimento, pagamentos salariais globais — cada vez mais empresas incorporam stablecoins como ferramentas de gestão de fluxos de caixa. Isto já não é apenas um projeto-piloto, mas sim ambiente de produção.
3. O sangue do ecossistema DeFi
80% da liquidez em protocolos de empréstimo/negociação como Aave e Uniswap baseia-se em stablecoins. Sem stablecoins, o DeFi simplesmente não funciona.
4. Finanças programáveis
Combinando contratos inteligentes, as stablecoins permitem automatizar pagamentos de rendas, cobranças de subscrições e outras transações recorrentes. Os sistemas tradicionais não conseguem fazer isto.
A regulação está a tornar-se clara
Isto é fundamental para as stablecoins atingirem adoção massiva. O “GENIUS Act” dos EUA exige explicitamente:
A UE está a implementar o regulamento “MiCA”, e Hong Kong, Macau e Singapura têm os seus próprios quadros. A regulação deixou de ser uma barreira e tornou-se um selo de confiança.
Inovação tecnológica está a acelerar
Estas inovações, aparentemente técnicas, estão a quebrar as fronteiras entre finanças tradicionais e criptofinanças.
Mas os riscos não podem ser ignorados
Lógica por detrás da previsão do tamanho de mercado
De onde vem este número de 2 biliões de dólares?
Para comparação: o mercado global de pagamentos internacionais ronda os 1,5-2 biliões de dólares/ano, pelo que as stablecoins ocuparem uma parte desse mercado é plausível.
Questão-chave: as stablecoins irão substituir as moedas fiat?
Não. Mas tornar-se-ão infraestrutura padrão do sistema financeiro — tão indispensáveis como os códigos SWIFT das mensagens bancárias internacionais.
O verdadeiro fator de mudança é que as stablecoins tornam o sistema financeiro mais rápido, mais barato e mais transparente. Isto é benéfico tanto para instituições como para particulares.