A criptomoeda está a transitar de uma fase de especulação para um uso financeiro quotidiano de forma constante. Segundo Stuart Alderoty, diretor jurídico da Ripple, a mudança está a ser impulsionada por três forças principais: adoção silenciosa em pagamentos diários e folhas de pagamento, tokenização de ativos do mundo real e uma integração mais profunda com instituições financeiras tradicionais.
Em vez de manchetes dramáticas, o crescimento da criptomoeda está a acontecer através de um uso prático. As pessoas estão a usar cada vez mais ativos digitais para pagamentos, transações comerciais e plataformas criativas. Esta normalização gradual pode fazer com que a criptomoeda pareça uma parte rotineira das finanças até 2026. A tokenização também está a expandir o acesso aos investimentos. Ao permitir a propriedade fracionada, ela possibilita que mais pessoas invistam em ativos como imóveis, arte e commodities que anteriormente estavam fora de alcance. Ao mesmo tempo, bancos e empresas financeiras tradicionais estão a integrar serviços de criptomoeda nos seus sistemas, tornando os ativos digitais mais acessíveis e fáceis de usar. Juntos, estes tendências sugerem que o futuro da criptomoeda será mais moldado pela utilidade no mundo real do que pelo hype.
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A criptomoeda está a transitar de uma fase de especulação para um uso financeiro quotidiano de forma constante. Segundo Stuart Alderoty, diretor jurídico da Ripple, a mudança está a ser impulsionada por três forças principais: adoção silenciosa em pagamentos diários e folhas de pagamento, tokenização de ativos do mundo real e uma integração mais profunda com instituições financeiras tradicionais.
Em vez de manchetes dramáticas, o crescimento da criptomoeda está a acontecer através de um uso prático. As pessoas estão a usar cada vez mais ativos digitais para pagamentos, transações comerciais e plataformas criativas. Esta normalização gradual pode fazer com que a criptomoeda pareça uma parte rotineira das finanças até 2026.
A tokenização também está a expandir o acesso aos investimentos. Ao permitir a propriedade fracionada, ela possibilita que mais pessoas invistam em ativos como imóveis, arte e commodities que anteriormente estavam fora de alcance.
Ao mesmo tempo, bancos e empresas financeiras tradicionais estão a integrar serviços de criptomoeda nos seus sistemas, tornando os ativos digitais mais acessíveis e fáceis de usar. Juntos, estes tendências sugerem que o futuro da criptomoeda será mais moldado pela utilidade no mundo real do que pelo hype.