Na mitologia antiga chinesa, quando a antiga ordem do mundo não consegue mais sustentar-se, uma criatura divina chamada Dragão-Cavalo surge do Rio Amarelo.
Ela possui escamas como um dragão, é rápida como um cavalo, e carrega nas costas um novo mapa do universo: isso simboliza o céu preparando-se para reescrever aquilo que se tornou rígido, injusto ou desequilibrado. Ela aparece em momentos de sistema rígido, de poder desconectado da vida, quando a antiga ordem deve abrir espaço para a verdade. Nos textos mais antigos, sua chegada marca uma mudança de destino — o fim de uma era e o começo de outra. A energia do Cavalo de Fogo não é para destruir por destruir, mas para eliminar aquilo que já não serve mais. É uma força capaz de romper o medo, a estagnação e as estruturas arraigadas, abrindo espaço para justiça, liberdade e novas possibilidades. Ao entrarmos em um novo ano, seguimos junto com o Cavalo de Fogo.
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Na mitologia antiga chinesa, quando a antiga ordem do mundo não consegue mais sustentar-se, uma criatura divina chamada Dragão-Cavalo surge do Rio Amarelo.
Ela possui escamas como um dragão, é rápida como um cavalo, e carrega nas costas um novo mapa do universo: isso simboliza o céu preparando-se para reescrever aquilo que se tornou rígido, injusto ou desequilibrado.
Ela aparece em momentos de sistema rígido, de poder desconectado da vida, quando a antiga ordem deve abrir espaço para a verdade. Nos textos mais antigos, sua chegada marca uma mudança de destino — o fim de uma era e o começo de outra.
A energia do Cavalo de Fogo não é para destruir por destruir, mas para eliminar aquilo que já não serve mais.
É uma força capaz de romper o medo, a estagnação e as estruturas arraigadas, abrindo espaço para justiça, liberdade e novas possibilidades.
Ao entrarmos em um novo ano, seguimos junto com o Cavalo de Fogo.