#WarshSwornInAsFedChair
17º presidente em exercício
Uma tradição de quase 40 anos foi quebrada em 22 de maio de 2026.
O presidente eleito dos Estados Unidos, Trump, às 11 horas da manhã, horário de Nova York, no Salão Oval, presidiu pessoalmente a cerimônia de posse de Kevin Waugh, nomeando-o oficialmente como 17º presidente do Federal Reserve. Esta foi a primeira vez desde a cerimônia de posse de Alan Greenspan por Ronald Reagan em 1987 que o presidente do Federal Reserve prestou juramento na Casa Branca.
🔹 A votação de confirmação mais polarizada e o “legado” sem precedentes
O caminho de Waugh até a nomeação não foi fácil. Em 13 de maio, o Senado aprovou sua nomeação por uma margem estreita de 54 votos a favor e 45 contra, sendo considerada a votação mais partidária na história moderna para o cargo de presidente do Federal Reserve. Ele sucedeu Jerome Powell, cujo mandato terminou em 15 de maio, e enfrentará desafios imediatos. Ao mesmo tempo, Powell quebrou uma tradição de 75 anos do Federal Reserve ao afirmar claramente que continuará como membro do conselho até 2028, o que significa que, em cada reunião de política monetária futura, haverá um “ex-chefe” sentado à mesa.
🔹 Herda a “batata quente” da inflação
No momento em que Waugh assume o Federal Reserve, a inflação nos EUA voltou a subir. Em abril, o índice de preços ao consumidor (CPI) acelerou para 3,8%, atingindo o maior nível em três anos, enquanto o índice de preços ao produtor (PPI) subiu 6% na comparação anual, a maior alta desde o final de 2022. Ainda mais complicado, a ata da reunião de abril do Federal Reserve já indicava que a maioria dos oficiais considerava que, se a inflação permanecesse acima da meta de 2%, “poderia ser apropriado tomar algumas medidas de aperto de política”, sugerindo que o aumento de juros voltou à pauta.
🔹 Entre a realidade política e a teoria econômica
Waugh, que atuou como membro do Federal Reserve durante a crise financeira de 2008, retorna com uma ambiciosa agenda de “reforma institucional”, incluindo a redução do enorme balanço do Fed e a reforma na comunicação das decisões. Apesar de Trump desejar que ele reduza as taxas imediatamente, o mercado conta uma história diferente: a ferramenta CME FedWatch mostra que o mercado quase garante que o Federal Reserve manterá as taxas inalteradas em junho, e até prevê um possível aumento no próximo ano. Isso coloca Waugh diante de um duplo desafio: resistir à pressão política da Casa Branca para preservar a independência do Fed, enquanto lida com profundas divergências entre os membros do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC), entre hawks e dovish, além de lidar com o aumento dos preços do petróleo devido a riscos geopolíticos, como a situação no Irã.
🔹 O mercado entrou em “modo de teste de resistência”
Dados históricos mostram que, nos 1, 3 e 6 meses após a posse de um novo presidente do Federal Reserve, a média de maior retração do índice S&P 500 foi de 5%, 12% e 16%, respectivamente. O índice de volatilidade VIX costuma subir durante mudanças de liderança, e o mercado ainda está começando a reprecificar sua trajetória de política do Fed. A era Waugh marca o início de um novo normal, no qual o mercado precisará se adaptar a um cenário possivelmente sem “opções de venda do Fed”.
Com a posse de Waugh, o “excesso de comunicação” da era Powell ficou para trás, e o Federal Reserve entra oficialmente em uma nova era repleta de incertezas.
Pessoal, vocês acham que esse novo presidente, carregado de uma missão de “reforma”, vai primeiro ceder às pressões do mercado ou se alinhará com a Casa Branca?
17º presidente em exercício
Uma tradição de quase 40 anos foi quebrada em 22 de maio de 2026.
O presidente eleito dos Estados Unidos, Trump, às 11 horas da manhã, horário de Nova York, no Salão Oval, presidiu pessoalmente a cerimônia de posse de Kevin Waugh, nomeando-o oficialmente como 17º presidente do Federal Reserve. Esta foi a primeira vez desde a cerimônia de posse de Alan Greenspan por Ronald Reagan em 1987 que o presidente do Federal Reserve prestou juramento na Casa Branca.
🔹 A votação de confirmação mais polarizada e o “legado” sem precedentes
O caminho de Waugh até a nomeação não foi fácil. Em 13 de maio, o Senado aprovou sua nomeação por uma margem estreita de 54 votos a favor e 45 contra, sendo considerada a votação mais partidária na história moderna para o cargo de presidente do Federal Reserve. Ele sucedeu Jerome Powell, cujo mandato terminou em 15 de maio, e enfrentará desafios imediatos. Ao mesmo tempo, Powell quebrou uma tradição de 75 anos do Federal Reserve ao afirmar claramente que continuará como membro do conselho até 2028, o que significa que, em cada reunião de política monetária futura, haverá um “ex-chefe” sentado à mesa.
🔹 Herda a “batata quente” da inflação
No momento em que Waugh assume o Federal Reserve, a inflação nos EUA voltou a subir. Em abril, o índice de preços ao consumidor (CPI) acelerou para 3,8%, atingindo o maior nível em três anos, enquanto o índice de preços ao produtor (PPI) subiu 6% na comparação anual, a maior alta desde o final de 2022. Ainda mais complicado, a ata da reunião de abril do Federal Reserve já indicava que a maioria dos oficiais considerava que, se a inflação permanecesse acima da meta de 2%, “poderia ser apropriado tomar algumas medidas de aperto de política”, sugerindo que o aumento de juros voltou à pauta.
🔹 Entre a realidade política e a teoria econômica
Waugh, que atuou como membro do Federal Reserve durante a crise financeira de 2008, retorna com uma ambiciosa agenda de “reforma institucional”, incluindo a redução do enorme balanço do Fed e a reforma na comunicação das decisões. Apesar de Trump desejar que ele reduza as taxas imediatamente, o mercado conta uma história diferente: a ferramenta CME FedWatch mostra que o mercado quase garante que o Federal Reserve manterá as taxas inalteradas em junho, e até prevê um possível aumento no próximo ano. Isso coloca Waugh diante de um duplo desafio: resistir à pressão política da Casa Branca para preservar a independência do Fed, enquanto lida com profundas divergências entre os membros do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC), entre hawks e dovish, além de lidar com o aumento dos preços do petróleo devido a riscos geopolíticos, como a situação no Irã.
🔹 O mercado entrou em “modo de teste de resistência”
Dados históricos mostram que, nos 1, 3 e 6 meses após a posse de um novo presidente do Federal Reserve, a média de maior retração do índice S&P 500 foi de 5%, 12% e 16%, respectivamente. O índice de volatilidade VIX costuma subir durante mudanças de liderança, e o mercado ainda está começando a reprecificar sua trajetória de política do Fed. A era Waugh marca o início de um novo normal, no qual o mercado precisará se adaptar a um cenário possivelmente sem “opções de venda do Fed”.
Com a posse de Waugh, o “excesso de comunicação” da era Powell ficou para trás, e o Federal Reserve entra oficialmente em uma nova era repleta de incertezas.
Pessoal, vocês acham que esse novo presidente, carregado de uma missão de “reforma”, vai primeiro ceder às pressões do mercado ou se alinhará com a Casa Branca?










